OBJETIVO DO BLOG

Este blog tem por objetivo orientar os pais que possuem filhos entrando ou vivenciando a adolescência. De orientar também os professores que lidam com eles diariamente,para que possam compreender suas dificuldades e ajudá-los ainda mais, pois, esta é uma fase complicada na vida dos jovens e, muitos pais e professores não sabem como agir diante de certas atitudes desses jovens. Pais e professores encontrarão aqui informações de médicos, psicólogos e teóricos sobre a educação dos adolescentes.

domingo, 6 de janeiro de 2013

“MÃE, TÔ GRÁVIDA!!!”


Antigamente, quando os pais recebiam essa notícia era um “Deus nos acuda”. A moça era considerada uma “desavergonhada” e, portanto, motivo de vergonha familiar.

Os pais não suportavam a ideia de serem apontados na rua, nos eventos sociais ou mesmo, dentro do circulo de parentes, como pais de uma moça que estava grávida fora do casamento.  E sendo assim, tocavam-na para fora de casa com a roupa do corpo e renegavam-lhe a paternidade. E sem família, dinheiro e preparo só lhes restavam duas opções de sobrevivência: separar-se do filho ou “cair na vida”.

Na atualidade, isto já não acontece tanto. Os pais têm percebido que a garota e o bebê precisam de cuidados, preparo, carinho e acompanhamento médico. E passaram a aceitar a situação e acolher a filha grávida.

Mas, muitas vezes, essa acolhida se torna mais uma forma de superproteção. Os pais passam se responsabilizar não só pela filha, mas também, pelo cuidado e educação do neto. Isto tira a responsabilidade do ato cometido. A maioria das jovens não tem arcado com as responsabilidades que um filho exige. E continuam levando a vida de forma descompromissada como faziam antes da gravidez. Por isso, muitas delas incorrem numa segunda e terceira gravidez, pois sabem que aceitação e o cuidado da criança são certos. Já vi muitos casos assim.

É preciso que os pais orientem como as moças podem se prevenir e informar sobre os riscos e consequências práticas de uma gravidez indesejável nesta fase da vida. Mas, poucos fazem isso.

A maioria dos pais que orientam e informam sobre as questões sexuais acabam por não falar dessas coisas, pois acreditam que falar sobre contraceptivos é incentivar a prática sexual ativa. Quanto aos riscos e consequências, muito menos. Alguns nem sabem e nem procuram se informar. E esta omissão só tem contribuído para que a atividade sexual ativa tenha crescido aceleradamente, envolvendo crianças e jovens adolescentes desavisadas, imaturas e impulsivas.

Os riscos de saúde numa gravidez precoce são grandes porque o corpo ainda está em formação. E não é porque os órgãos estão novinhos em folha, que tudo sempre correrá ás mil maravilhas. É verdade que hoje há mais recursos que antigamente, mas, mesmo assim, é bom não facilitar.

As consequências são para todos. Para a jovem que engravidou e para cada membro familiar envolvido. Para ela, muitas vezes terá que interromper os estudos, começar um trabalho, despedir-se ou adiar alguns sonhos e projetos. Para a família, uma nova reestruturação tanto interna quanto no ambiente deve ser feita. E aí, todos precisam se mobilizar e disponibilizar espaço para a futura mãe e seu filho. E é aí que recomeçam os atritos, as crises e conflitos.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

ANO NOVO

Todo ano é a mesma coisa: luzes, fogos, familiares e amigos reunidos, sorrisos, planos e projetos repetidos, esperança em dia melhores, em momentos mais agradáveis do que os já vividos e que a vida, como um todo, seja diferente e bem melhor.

Mas, é inegável que o momento é mágico: abraços, beijos, euforia e silêncio. Um turbilhão de lembranças nos invade: lembranças de momentos alegres e felizes, dos momentos de tristezas vividas no decorrer do ano, da saudade dos entes queridos que passaram para outra dimensão e dos que não estão presentes por qualquer outro motivo.

E deste momento de pura magia fica apenas a esperança, pois é ela quem nos move. Portanto:
Seja bem-vindo 2013!

FELIZ ANO NOVO!

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA


Dados estatísticos afirmam que a gravidez na adolescência vem aumentando e muito na atualidade. Discorrer como acontece é repetir o que uma infinidade de sites, blogs e trabalhos científicos explicam com mais propriedade. Discorrer sobre a influência da mídia, dos amigos, da educação liberal ou repressora demais existente em certas famílias, é tornar o assunto tão repetitivo quanto.

A proposta deste blog é a de orientar os pais cujos filhos estão entrando ou vivenciando a adolescência, não é mesmo? E a gravidez precoce é um risco que deve ser calculado. Portanto, é preciso encará-lo de frente. Assim como os adolescentes, os pais também precisam saber como agir para evitar esse risco.

Embora os adolescentes de hoje sejam bem mais esclarecidos do que todas as gerações que nos antecederam, e por ainda estarem em formação, precisam de orientação sobre como devem se comportar e  sair de cada situação quando estiverem longe de nossas vistas. Além do que, vivenciam uma idade onde a insegurança, de medos. A angústia é uma constante, além da curiosidade, da necessidade de ser aceito no grupo, de ser e ter igual aos demais de sua idade.

Meninos e meninas na puberdade ficam ansiosos por conseguir um namoradinho ou por "ficar" com alguém. Esta ansiedade é comum e própria da idade. E está acontecendo cada vez mais cedo.

Colocar os filhos numa redoma para impedir que entrem na vida sexual ativa é impossível. Eles sempre dão um jeito. Portanto, quanto mais cedo começar a orientação, melhor. Não espere que eles cheguem aos 18 anos para falar e orientar sobre sexo e sexualidade. Até lá, muita coisa já pode ter rolado. O importante é que essa orientação seja dada em casa e pelos pais.

Lembrem-se de que informações científicas são encontradas em qualquer lugar. O que falta aos nossos púberes e adolescentes é saber como agir e que, cada ato traz consequências. E as consequências podem ser boas ou más.

A mídia tem mostrado frequentemente que ficar com qualquer um” é “uma boa”. Mostra também que as consequências do que rolar de atos impensados e impulsivos (gravidez e filhos) nesses encontros, sempre acabarão bem porque os avós assumem. 

Esta imagem cria nos adolescentes uma interpretação equivocada da vida e da realidade de muitas famílias. Passam a acreditar que podem fazer o que quiserem e que há sempre alguém para dar um jeito na situação. Mais uma vez, aceitamos a irresponsabilidade e a imaturidade de nossos filhos.

Pais e mães, será isto o que vocês querem para a vida de vocês e de seus filhos?
Com certeza, não. Querem e desejam uma vida melhor para cada um, não é mesmo? Para isto é preciso orientar desde cedo (entrada na puberdade).

Não, não precisa convocar uma reunião familiar. Aproveite um caso acontecido na vizinhança, na televisão e converse com seus filhos. Diga claramente o que pensa sobre ter, em casa, uma filha grávida ou um filho que será pai . Dizer o que pensa é falar o que esperava dele (a), o que e como sentirá se isto vier a acontecer e o que, possivelmente, pode ou não fazer em relação a isso. Converse naturalmente, como faz com tantos outros assuntos. Seja realista e jamais piega.

Faça-os falar sobre suas expectativas com relação aos estudos, ao trabalho profissional e aos sonhos pessoais e faça-os refletir sobre as consequências positivas e negativas de terem uma criança para cuidar, educar e prover necessidades. Faça-os refletir ainda sobre os conceitos sociais, religiosos e morais aprendidos até aqui.

Depois disto, num outro momento, pode-se falar sobre as medidas de prevenção, de alguns comportamentos, do que fazer.

Se houver uma gravidez nesta idade, com certeza, terá sido um ato bem mais consciente. E jamais poderão dizer que não foram alertados.

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

OS ADOLESCENTES E O SEXO



O ingresso na vida sexual ativa sempre foi, é e continuará sendo um processo delicado e complicado em qualquer geração. Com relação aos adolescentes a pressão é grande, o que os deixa ainda mais confusos, angustiados e curiosos.

Até bem pouco tempo atrás, os jovens reclamavam que havia falta de informações sobre sexo. Hoje os jovens obtêm facilmente todas as informações necessárias, seja na escola, em revistas, em programas de televisão ou na Internet. Mas, tanta informação pode ser mais um risco do que uma ajuda.

De tanto ouvirem falar em sexo, muitos jovens podem acreditar que, pelo simples fato de terem crescido precisam ter relações sexuais. Esta falsa ideia os assusta, os divide e os angustia. Mas, ainda assim, muitos adolescentes acabam tomando uma decisão precipitada e arcando com as responsabilidades advindas desse ato.

Dados da UNESCO revelam que, apesar de tanta informação, os jovens têm ingressado na atividade sexual cada vez mais cedo e o número de nascimento de bebês, cujas mães são adolescentes, continua numa escalada vertiginosa (mais de um milhão, só no Brasil). Isto porque, ainda não estão suficientemente amadurecidos para tomarem uma decisão tão importante.

Além da informação e do amadurecimento, falta os empecilhos sociais que as gerações anteriores enfrentaram. Tudo está escancarado e livre demais. E curiosos a respeito da vida amorosa e do sexo e, desejosos de experimentar novas sensações, acabam por ceder a esses desejos.

O namoro tradicional exige compromisso, fidelidade e responsabilidade. Seguir as etapas desse compromisso (namorar, noivar e casar) para praticar o que sabiam por informações, leva um tempo demasiado longo para que possam matar a curiosidade.

Dessa maneira, os jovens desenvolveram uma estratégia para beijar e abraçar mais audaciosamente e sem que o compromisso seja firmado. Essa estratégia é o “ficar”.

Os “ficantes” escolhem o parceiro (conhecido ou não) e, juntos, experimentam sensações que antes só ouviam falar. Para muitos desses jovens, o “ficar” termina com a relação sexual. Depois, cada um segue seu rumo e sem compromisso algum para nenhuma das partes. A consequência desse ato de curiosidade pode ser uma gravidez inesperada.

Por isso, é necessário que os pais orientem os filhos em cada etapa do desenvolvimento sexual dos filhos. Uma orientação que vai além da informação do que é o sexo e a relação sexual. Mas, uma orientação que fale também de comportamento, valores, consequências dessa tomada de decisão. Mas esta orientação não precisa ser em tom de ameaças ou de broncas. Os adolescentes detestam broncas e, em especial, broncas sobre sexo.

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

MASTURBAÇÃO


Segundo os dicionários, “a masturbação é um vício solitário que busca o orgasmo através do estímulo manual do órgão sexual e que pode ser praticado por homens e mulheres” (dicionário virtual). Mas, este é um conceito arcaico e preconceituoso.

Se observarmos um bebê, percebemos que levam as mãos e objetos à boca. E fazem isto sem qualquer conhecimento do que seja “orgasmo”. Fazem porque a boca é uma zona que proporciona um enorme prazer. E este ato é uma “forma rudimentar de masturbação”, já que ela é uma zona erógena primária. Mais tarde, entre 1 a 3 anos, podemos observar ereções penianas durante o sono ou quando os órgãos genitais são tocados nas trocas das fraldas ou durante o banho. Já por volta dos 3 ou 4 anos, podemos observar que durante as brincadeiras, as crianças disfarçam e manipulam os órgãos genitais.

Na puberdade e na adolescência, por causa do amadurecimento dos órgãos sexuais, um leve roçar provoca uma sensação prazerosa e que desperta a curiosidade. A repetição do “roçar” faz com que os púberes e adolescentes descubram e aprendam técnicas de tornar esse prazer mais duradouro. E com isto, ensaiam a relação sexual dos adultos. Mais tarde, aprendem a obter o prazer na relação com um(a) parceiro (a) através do coito. Mesmo assim, a masturbação ainda está presente como forma de regular o desejo sexual. Na velhice, é costumeira e saudável.

Como vimos, a masturbação é um comportamento normal e que acontece em todas as idades servindo como fonte de autogratificação sexual e de liberação de tensões provocadas pelo desejo sexual.

A masturbação vem cercada de fantasias. Nas crianças, as fantasias surgem pela curiosidade em saber o que os pais fazem ao fecharem a porta do quarto. Na puberdade e na adolescência, as fantasias são simulações do ato sexual com a namorada, com uma paquera ou com um astro da televisão ou do cinema. São essas fantasias que determinam a variedade do tema, dos participantes envolvidos e do número de ocorrências.

PRECONCEITOS, CRENÇAS E MITOS


Há séculos a masturbação tem sido vista com muito preconceito e como algo ultrajante e vergonhoso. Crenças religiosas viam na masturbação um pecado grave contra Deus. Isto porque para a maioria das religiões a finalidade do ato sexual é a procriação. No caso específico da masturbação, o pecado estaria ligado ao desperdício do sêmen ou esperma.


Muitos mitos também estão envolvidos. Como por exemplo, de que a pessoa que se masturba fica louca, passa a sofrer de esquizofrenia, tem epilepsia, que há um crescimento anormal de pelo nas mãos, de que o sexo gasta e outros tantos por aí a fora. Mas, nada disto é verdade. Nada disto acontece.


COMO OS PAIS DEVEM PROCEDER EM QUALQUER IDADE

1- NÃO FAÇA ESCÂNDALO, NEM DRAMAS AO SURPREENDER SEU FILHO (A) NESSE ATO – a masturbação faz parte do desenvolvimento sexual, portanto, é um comportamento normal. Está presente em todas as gerações, em todas as idades e em todas as partes do mundo. Escândalos e dramas fazem com que a criança ou adolescente fique envergonhado, o que pode impedir um desenvolvimento sexual normal

2-  BRIGAS, ESPANCAMENTOS E XINGAMENTOS não resolvem, ao contrário, só trazem problemas para o desenvolvimento sexual da criança e do adolescente. Uma dessas consequências é a agressividade. No caso das meninas, os escândalos, dramas, brigas, espancamentos e xingamentos são mais frequentes e só servem para inibir o desenvolvimento sexual e tornando-as passivas e submissas. Pais que agem dessa maneira acreditam que assim podem impedir que suas filhas iniciem na vida sexual e engravidem precocemente.

3-  ORIENTE SEU FILHO - sobre o que é isso, porque acontece e para que serve. Explique ainda que esse ato está sujeito á normas sociais, portanto, não deve ser realizado na presença de outras pessoas e indique o lugar mais adequado para essa prática.

4-  RESPEITE as necessidades do desenvolvimento do seu filho (a), mas, exponha (com clareza e sem imposição) suas crenças religiosas e deixe que ele (a) decida o que fazer.

5- EXPLIQUE QUE TODO EXAGERO TRAZ CONSEQUÊNCIAS. A função da masturbação é a de liberar tensões expressas pelo desejo sexual, por isso, depois de praticada uma vez, o desejo passa. Mas, que ele volta num outro dia. Sexo não gasta, nem diminui, nem enfraquece.

6-  ENSINE OS HÁBITOS DE HIGIENE RELACIONADOS – lavar as mãos antes e depois. Antes, para evitar irritações e infecções nas áreas genitais.

7-    EVITE PROPAGAR OS MITOS

Fonte:

sábado, 10 de novembro de 2012

O DESENVOLVIMENTO SEXUAL: do nascimento à velhice.


Nas primeiras postagens deste blog afirmamos que a sexualidade existe nos seres humanos desde o momento de nossa concepção quando nos definimos como homens ou mulheres. Porém, após o nascimento, se torna realidade visível. E deve ser desenvolvida da mesma maneira que o físico, o andar, a fala, a inteligência etc porque a sexualidade nos acompanhará até a morte. O sexo, como prática de relação entre duas pessoas, é parte do processo de desenvolvimento da sexualidade e, portanto, depende de maturidade física, psicológica e emocional.

Para que os pais (e outros responsáveis) possam orientar os filhos é preciso que compreendam como se dá esse desenvolvimento.

1ª ETAPA: Após o nascimento, o recém-nascido precisa se alimentar. Colocado ao peito, ele procura avidamente o seio. Usa para isso a boca. Isto porque, nesta época, a boca é a região mais sensível. Ao encontrar o seio materno, a criança sente um prazer incrível. Ao sugar o leite, além de saciar a fome, o prazer se prolonga. Freud definiu esta etapa como “fase oral da sexualidade”. Aos poucos, essa região vai perdendo força de prazer e gozo e se torna neutra.

2ª ETAPA: Por volta dos dois anos de idade, a zona sensível muda de lugar. Até então, defecar era uma ação meramente física e sem que a criança o percebesse. Podemos dizer que era uma ação inconsciente. Mas, ao defecar pela primeira vez no peniquinho, o prazer volta. Defecar se torna importante, pois a criança entende que as fezes é uma produção sua, independente dos adultos que a amparam em tudo ou quase tudo. É a época da retirada das fraldas, porque o ânus passa a ser a zona sensível e prazerosa. Freud a denomina de “fase anal”. É uma fase importante, que deve ser passada sem traumas e bloqueios, pois dela depende e muito do como a criança entenderá as produções que faz na vida.

3ª ETAPA: Dos 3 aos seis anos, assim como aconteceu com a boca, a sensibilidade anal perde força. A criança entra numa fase que Freud a chamou de “latência”. É uma fase neutra, sem grandes sensibilidades desse tipo. Isto porque a criança entra numa fase de descoberta do próprio corpo e de situar como pessoa no mundo. Nesta fase, a observação do seu próprio corpo é muito prazerosa. Aprende a conhecer as possibilidades de seu corpo como correr, pular, saltar, dançar, subir em árvores, escadas, muros etc. É uma fase de inquietação, de agitação, na qual parece nunca se cansar.

Mas, também é uma fase de muita curiosidade. E chega um tempo em que observar somente o seu próprio corpo não é mais suficiente e a criança necessita observar o corpo do “outro”. E é assim, por meio da curiosidade e da observação que meninos e meninas se descobrem como seres diferentes. E nisto não maldade, nem intenções imorais. Apenas, curiosidade e descobertas. Por isso, não há necessidade de escândalos. Trate de maneira natural e chame a criança, mostrando algo mais interessante. Broncas, gritos, tapas nesta época só trazem traumas e bloqueios que levarão para a vida toda.

4ªETAPA: Dos 6 aos 10 ou 11 anos.  As manipulações e apalpações da região genital podem acontecer.  Elas anunciam que uma nova área sensível e prazerosa está se instalando. É a “fase genital” descrita por Freud e que permanecerá por toda a vida. Esta fase é importante porque meninos e meninas passam a assumir a identidade de homens e mulheres.
 

5ª ETAPA: Dos 11 ou 12 anos, começa uma época de transformações físicas, psicológicas e emocionais. È a “puberdade”, já especificada em outras postagens deste blog.

6ª ETAPA: dos 15 aos 21 anos mais ou menos. Época da maturidade dos órgãos sexuais, de curiosidades e da experimentação do ato sexual. E dura a vida inteira. É uma época de impulsividade e de certos exageros.

7ª ETAPA: Juventude. Época do refinamento sexual, da escolha de um parceiro fixo com quem irá compartilhar o restante da vida.

8ª ETAPA: Idade adulta. As relações sexuais têm como objetivo a procriação.

9ª  ETAPA: Maturidade. As relações sexuais são mais conscientes, Visam o melhor entrosamento entre os parceiros.

10ª ETAPA: Velhice. As relações sexuais se transformam. O ato sexual é mais raro ou sublimado. No entanto, os parceiros encontram outras formas de fazer carícias, de encontrar prazer nos pequenos gestos e no olhar, no companheirismo e no respeito ao outro. Esta é uma  das  fases mais belas entre homens e mulheres.